segunda-feira, 25 de maio de 2009

E hoje foi o aniversário. E foi talvez o melhor dia que eu já tive na vida inteira. Da meia noite de ontem sentada no carro do Tostines indo para a Barra Funda à meia noite de hoje rindo com o João e com a Pati, eu me diverti em todos os momentos.
Tava sentada aqui na frente do computador, vendo uns recados e emails lindos que eu recebi, e percebi o quanto eu tava feliz. Logo me veio na cabeça vontade de chorar e sair gritando por ai que eu tinha conseguido o que eu queria. “Eu só quero voltar a rir de novo sem peso na consciência”. Foi tudo o que eu pedi... Um dia de felicidade. E de repente, hoje à uma e quatro da madrugada eu percebo que realmente eu tive esse dia. Foram 25 horas e 4 minutos, até agora, de felicidade.
E ai tudo que estava na minha cabeça anestesiou e eu me permiti ficar um minuto em completa viagem intergaláctica pelo meu corpo, como uma anestesia mesmo. Aquela sensação de plenitude, mas vazio ao mesmo tempo, sabe? De satisfação. Uma euforia totalmente lisérgica.
Não foi um daqueles aniversários que eu descobri que tenho amigos de verdade, e que a vida é realmente cheia de crises e tropeços, mas é linda também. Foi um daqueles aniversários que eu vivi tudo isso junto com esses amigos. Como me disse hoje alguém especial pra caralho “E eu não vou ficar falando ‘ah, você sabe que pode contar comigo né? ’ porque espero que depois de tudo, isso já seja automático. E que venham muitas outras crises por essa vida ai, pra gente poder rir de tudo um dia”.
Foi o aniversário. Foi o meu aniversário. Foi o meu dia de felicidade. Foi o dia de jogar tudo aquilo e todos que estavam me fazendo mal pela janela e sacudir a cortina pra deixar todas essas coisas e pessoas lindas, que me fazem bem, entrarem. Foi um dia lindo pra caralho. Obrigada todo mundo que participou dele.

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