terça-feira, 30 de junho de 2009


Gigi: I would rather be like that, then be like you.
Alex: Excuse me? What's that supposed to mean?
Gigi: I may dissect each little thing and put myself out there so much but at least that means that I still care. Oh! You've think you won because women are expendable to you. You may not get hurt or make an ass of yourself that way but you don't fall in love that way either. You have not won. You're alone. I may do a lot of stupid shit but I'm still a lot closer to love than you are.

(He's not that in to you - Gigi and Alex)
"And in the twilight of this hour
when fools are mistaken for men
this shadow suits me well
my regrets, I'll face in the end
I'll keep holding on to you
see no use perfecting lives with strangers
if only you, if only now..."

domingo, 28 de junho de 2009

COMO?
COMO?
COMO?
PORQUE?

"queria ir com você".
Não procurar culpados. São apenas sentimentos, e sentimentos mudam o tempo todo.
Bom conselho esse ai. Normalmente eu digo pra mim mesma e funciona.
O problema é quando você finalmente percebe que a culpa foi sua, e não do outro.
Ai o bicho pega, e pega mesmo.

sábado, 27 de junho de 2009

Ah, se você soubesse como cansa tudo isso.
Como cansa te odiar, como cansa ter saudade de você, como cansa continuar querendo mais do que tudo apesar do que você fez.
Como cansa te amar, te admirar, te querer.
Se soubesse como me cansa ter que te esquecer...
Se eu pudesse voltar, eu voltava. Faria tudo de novo. Voltaria no tempo só pra poder viver tudo mais uma vez, e aproveitar cada momento daqueles que minha cabeça e coração recusam esquecer. Aqueles momentos que toda vez que eu lembro eu acabo sonhando acordada, sentindo os mesmos cheiros, as mesmas temperaturas e toda aquela explosão que havia entre a gente. Fecho meus olhos e é como se o mundo parasse. Lá no fundo já começo até a ouvir Wallflowers tocando. De repente eu mergulho e estou naquela época, naquela época linda que a gente viveu. De repente estamos eu e você lá de novo, comendo macarrão de colher, com você rindo das minhas queimaduras de sol.
“O engraçado é que passei o dia pensando em você”.

sexta-feira, 26 de junho de 2009



Sonhei que eu cantava essa música. E você lá, sempre do meu lado.
Como devia ser.
Saudade desse janeiro maravilhoso.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

E não é que Lisbela sente saudades?
E a amante tambem.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Ai, o mundo decidiu estar todo errado hoje.
A tv não liga, e o meu livro sumiu.
A internet tá conectando igual a cara dela e o computador tá lerdo.
Todas elas resolveram deixar todos aqueles scraps bem malditos.
e todo eles resolveram responder com carinho.
Não acho nenhum dos meus textos, e o trabalho ainda tá na metade.
Que que anda acontecendo gente?
Odeio inoperancia, se é que a palavra existe.
Só rindo mesmo.
Riobaldo de novo: “Toda saudade é uma espécie de velhice.” Velhice não se mede pelos números do chronos; ela se mede por saudade.Saudade é o corpo brigando com o chronos. De novo o mesmo poema de Ricardo Reis: ele fala do deus atroz que os próprios filhos devora sempre. Chronos é o deus terrível que vai comendo a gente e as coisas que a gente ama. A saudade cresce no corpo no lugar onde chronos mordeu. É um testemunho da nossa condição de mutilados – um tipo de prótese que dói. Kairós mede a vida pelas pulsações do amor. O amor não suporta perder o que se amou.

Rubem Alves in “O AMOR QUE ACENDE A LUA
– Um caso de amor com a vida”
E eu começo a me perguntar o que que eu ando fazendo por aqui.
Don't love me. Don't pick me. Don't choose me.
Se for pra ser, vai ser e ponto final.
Uma coisa que eu conheço bem é esse aperto no meu peito que eu to sentindo agora.
E é tão engraçado, voltar a sentir tudo isso tanto tempo depois. Eu já tinha desaprendido.
E demorei pra perceber que era isso de novo que eu andava sentindo.
A primeira suspeita bateu quando eu me percebi me escondendo atras do que sentia por ele. O sentimento era verdadeiro, ainda é. Mas a dor, o sofrimento platônico, eu estava prolongando demais.
A segunda suspeita bateu quando o drama de ver ele rolou só no final da noite. Tinha passado invisível o tempo todo, e de repente lá estava eu chorando por causa daquilo de novo.
A terceira suspeita veio hoje. Eu estava secando meu cabelo, assistindo "Jane Austen's Book Club" e percebi, como uma pancada na cabeça. Foi como estar assistindo Lisbela e o Prisioneiro, e de repente se dar conta que eu estava conformada em ser a amante do prisioneiro, e não a Lisbela em si. E ai me dei conta que eu estava repetindo aquilo que eu sempre faço quando tenho medo da decisão que tenho que tomar. Eu estou me escondendo do meu medo.
Certo. Medo do quê? Agora vem a parte dificil de assumir.
Facil seria dizer "medo de ficar sozinha", mas pior que não é. Medo das decisões que alguem sozinha tem que tomar todos os dias, em todas as suas relações. Medo de escolher errado. Medo de dizer não. Medo de dizer que é casual e ponto. Medo de se deixar levar de novo e acabar se apaixonando mais uma vez. Medo de escolher certo. Todos esses medos ai.
Eu não sou o tipo de pessoa que se contenta em ser a amante do prisioneiro. Eu sou o tipo de pessoa que muda o caminho e vai ser a Lisbela de outro então. Mas eu sou o tipo de pessoa que se esconde e tenta se contentar sendo apenas a amante por sentir medo.
Mas talvez dessa vez eu tente inventar moda. Nem Lisbela nem amante.
Nem medo de errar nem medo de acertar.
Só errando ou acertando mesmo, com o medo indo embora junto com o prisioneiro.
é, quem sabe...

terça-feira, 16 de junho de 2009



[Você falou? “Eu te amo”. “Eu nunca quero viver sem você”. “Você mudou a minha vida”. Você falou? Faça um plano. Tenha um objetivo. Trabalhe para conseguir. Mas de vez em quando, olhe em volta e absorva.]



saudade.
"E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também."

Começo a pensar que você finalmente começou a me entender.
Assim como eu tambem te entendi.
Quem sabe um ponto final não era exatamente o que a gente precisava pra recomeçar um dia?
Eu to aqui, sem palavras pra contar o que tô sentindo. E olha, achei que era impossível isso acontecer comigo, afinal eu falo tanto o tempo todo.
A gente se envolve em tantas redes de relações, de sociabilidade, que acaba esquecendo daquela mais importante que existe. Aquela que chegou primeiro, aquela que te quer melhor, aquela da qual você faz realmente parte.
Minha casa não é uma familia normal. Eu minha mãe e meu irmão, e só. E há quem diga por ai que é uma das familias mais completas que já conheceu. Hoje eu vi porque.
É foda falar sobre a familia, eu sempre faço cara de chorona igual a minha mãe, e meu irmão fica com cara de quem quer rir. Hoje eu me senti de um jeito que fazia tempo que eu não sentia, e que tava me fazendo falta. Com eles eu não tenho que agradar, não tenho que me esforçar, eu posso ser eu e só, chatinha e reclamona como sempre.
Sei lá. Não gosto de escrever sobre essas coisas. Mas hoje eu senti a necessidade. Foi bom, me fez bem. Me fez sentir parte de alguma coisa. Me deu aquela segurança gostosa que eu acho que tava precisando. Me fez ver o quanto por mais que eu mude vou ter sempre esse cantinho no mundo na qual essas duas pessoas me reconhecem, independente de como eu esteja, com quem, aonde e quando.

segunda-feira, 15 de junho de 2009


E não é que fiquei toda feliz hoje quando descobri que o Tim Burton vai dirigir o próximo Alice no País das Maravilhas? Alias hoje de tarde descobri um monte de filmes que vão estrear que parecem bem legais. O de máfia com o Johnny Depp tá no topo da lista - "Public Enemies".
"Eu deixei de acreditar no amor depois dele. E foi com ele que comecei a acreditar. O sol entrava no quarto já, talvez fosse dez da manhã, talvez mais, talvez menos. Talvez o destino existisse, afinal no encontramos depois de anos sem contato. Nossa última briga, quanto tempo levei para superar toda a mágoa? Quanto tempo será que ele levou?"

"Eu nunca disse, mas sempre gostei de te visualizar no mesmo ônibus que eu, no trajeto de volta para casa. Você se senta na cadeira atrás da minha e, algumas vezes, se inclina em direção à minha nuca e sente meu perfume. Sempre me viro, tenho certeza que é você, mas geralmente só vejo um semblante cansado de uma dona de casa. Ou um contador, professor, corretor, invejoso, advogado, barista, desempregado, amante, estagiário, mártir, sacoleiro, e até algum incauto feliz. Nunca você, uma pena."
Destruo as tuas imagens. Destruo quem você foi. Destruo o que admirava em você.Destruo não por ódio, nem por raiva, nem por mágoa. Esses são todos sentimentos de quem não te entende, e eu te entendo até mais do que eu gostaria. Eu destruo pela minha própria sanidade. Não ouso nem falar em dignidade ou orgulho, nunca fui dessas com você. Nós perdemos juntos a dignidade da forma mais gostosa que se podia perder, e o orgulho nunca foi o meu forte. Te destruo simplesmente por saber que igual você pra mim quase impossível de encontrar. Te destruo porque só assim consigo seguir em frente e ir vivendo “with strangers” por ai. Te destruo para esquecer que você sim já me esqueceu, e foi tão fácil que dói imaginar.Não pense você que não vou te reconstruir. Assim como eu já fiz outra vez, vou destruir o seu “eu” dentro de mim, e depois criar um outro “eu” teu com o qual eu possa conviver. Com o qual eu possa viver sem sufocar esse monte de expectativas e carinhos que eu criei dentro de mim. Exatamente para não te perder por inteiro é que aos pouquinhos vou destruindo você aqui dentro, até que você possa caber numa caixinha, e assim, eu possa voltar a minha lucidez minimamente possível.Te amei tanto que se não te destruo, destruo a mim mesma por esses cantos.
sim, de novo.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

E sim, as vezes o amor simplesmente acaba e ponto final.
Pode parecer um jeito cruel de se começar um texto, ainda mais no dia de hoje. Mas na verdade é a idéia mais libertadora que eu descobri nos ultimos tempos.
Ontem antes de dormir escrevi um texto lindo. Mais um texto lindo falando como de tantas outras pessoas, corações e sentimentos, eu escolheria você. Falando do meu carinho e de tudo que a gente passou juntos.
Mas hoje, releendo aquele texto depois de falar com você, eu percebi que ele não fazia mais sentido pra mim.
Tantas vezes que nos falamos e você foi grosso, foi seco, foi estranho de um jeito que eu desconhecia. E hoje de repente, você era você, completamente, só com um detalhe a menos: o amor que eu achava que você sentia por mim antigamente.
E foi maravilhoso, sem demagogia nenhuma.
Ele não te odeia, ele não possui uma magoa secreta e inexplicavel de você, ele não esconde nenhum segredo, ele não te trocou por outra, ele não mudou de país, não sofreu lavagem cerebral, não sofreu chantagem da sua mãe pra largar você (bem novela mexicana essa), não virou gay e muito menos te largou por você de repente se tornar horrivel aos olhos dele. Ele simplesmente não te ama mais.
Quando as coisas terminam da forma como elas terminaram a gente cria um mundo de desculpas e ilusões pra tentar justificar o que aconteceu, encontrar uma resposta. E hoje eu de repente eu a encontrei, ali, parada na minha frente.
Depois de hoje eu não quero nem preciso mais procurar por respostas nem desculpas para achar que você ainda sente o que não sente.
Simplesmente acabou, a amizade se restaurou e a vida - agora sim - continua.
Libertador, não acha?
Pode até doer, mas pelo menos doi de uma vez só.

segunda-feira, 8 de junho de 2009



a arte imita a vida?
If I lay here, If I just lay hereWould you lie with me and just forget the world?
Se eu deitar aqui, Se eu apenas deitar aquiVocê mentiria comigo e esqueceria do mundo?
Snow Patrol in “Chasing Cars”
Me peguei hoje pensando em você, e há muito eu não fazia isso. Me peguei com saudades, com vontade de te abraçar e de ficar por horas conversando com você.
Tinha enterrado você em nome de outros sentimentos por ai, e hoje me peguei desprevenida esperando você chegar, com saudade, e com uma pontinha bem pontinha de esperança. To com a idéia maluca de que só você vai conseguir me deixar bem. Só você vai me ajudar a esquecer o que tá machucando. Só você vai entender o que eu ando sentindo.
Engraçado, todo esse furacão começou com você. Quem sabe não termina com você?
Acho que você pode ser o que tá faltando em mim agora.
Nem que seja só por um mês que você fique por perto.
Nem que fosse por uma hora só.

sábado, 6 de junho de 2009

As vezes eu paro pra pensar em tudo isso que aconteceu. Nossa, parece que um furacão atravessou meu caminho! Meti os pés pelas mãos, e acabei metendo não só os meus pés, nem só as minhas mãos. Mas inevitável, nenhum furacão se arrasta sozinho, ele vem e arranca partes e pertences de todos ao redor, simplesmente porque sua natureza é assim.
Penso se teria feito diferente, e quero muito acreditar que não. Talvez pudesse ter magoado um pouco menos um ou dois, mas talvez até a magoa tenha uma função. A minha pelo menos deve ter, pra durar o que ta durando. Acho que se tivesse sido diferente o que foi bom não ficaria marcado de um jeito tão bonito dentro de mim.
E o engraçado é pensar no quanto se sabia do furacão, e mesmo assim todos deram as suas caras a tapa, sabendo do risco quase certo. Se a gente tinha uma ideia de aonde tudo isso ia dar, pra que seguir em frente então? Acho que mesmo sabendo aonde tudo isso poderia dar, a esperança falou mais alto, e sempre se esperou o melhor ao invés do pior.
Saudade fica, de qualquer forma. Mas é aquela velha historia... todos vão seguir as suas vidas e vai ficar tudo bem assim.
Acho que quanto mais eu repito isso, mais eu me forço a acreditar. Começo a pensar que já até quase acredito mesmo.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

“O primeiro amor passou
O segundo amor passou
O terceiro amor passou
Mas o coração continua”.
"Não dá pra saber qual dia será o mais importante da sua vida.
Os dias que você pensa serem importantes nunca atingem a proporção imaginada. São os dias normais, os que começam normalmente, e acabam se tornando os mais importantes.Nunca se sabe qual é o dia mais importante da sua vida. Não até ele acontecer.
Você não reconhece o dia mais importante da sua vida até que esteja no meio dele.
O dia que você se compromete com algo ou com alguém.
O dia que você tem seu coração partido.
O dia que você conhece sua alma gêmea.
O dia que você se dá conta que não há tempo suficiente, porque você quer viver para sempre.
Esses são os dia mais importantes.
Os dias perfeitos."
Greys Anatomy. Episódio 22, 5ª temporada.
"And no, oh how could you do it?
Oh I, I never saw it coming
No oh, I need an ending
So why can't you stay just long enough to explain?
And when it rains
You always find an escape just running away
From all of the ones who love you from everything
You can take your time, take my time...
So why can't you stay just long enough to explain?"

segunda-feira, 1 de junho de 2009

'E ele me perguntou o que eu fazia. Eu disse: “jornalista“. Ele disse: “ow, você tem cara“. Eu perguntei: “por quê?” Ele respondeu: “tem cara de Lois Lane, do Planeta Diário“. Suspirei fundo e falei: “Só o que me faltava… mas, se é assim, tenho direito a um super-homem“. Ele riu. E disse: “me too, querida”.'



E acabei aos poucos me tornando uma maluca, entre essas quatro paredes, pensando em você quando tentava a todo custo te esquecer. Te destrui, e nem assim essa cicatriz sai do meu corpo. Assim como o seu sorriso maldito não sai da minha cabeça e o seu cheiro das minhas roupas.
Anuncio, virei uma maluca, fissurada, apaixonada, desesperançada.
Não aguento mais pensar em você... vai embora, por favor.