Não adianta... To tentando estudar aqui, mas ta uma agonia dentro de mim e eu não consigo. Eu quero falar alguma coisa, colocar pra fora, mas não sei o que. Eu quero fazer alguma coisa, mas também não sei o que.
Acabei de assistir “Alice” também, deve ser por isso. Parece que o episódio de hoje desperto em mim alguma coisa que tava quietinha aqui dentro ultimamente, e talvez devesse ter ficado mais uns dias. Eu falei pro Rodrigo, na ultima sessão, que o problema ia ser o domingo, e parece que eu tava adivinhando. E desde pequena eu tenho isso. Chegava domingo à noite, e eu começava a ficar assim, agoniada, assustada, meio perdida e com uma sensação de pressa, de correria, que eu não gosto nem um pouco.
Pra falar a verdade tem um monte de coisas que eu sei que queria fazer agora, mas elas estão tão longe e tão impossíveis, que eu continuo aqui, parada na frente do computador.
Eu queria voltar a ter uns oito anos, e ficar com insônia vendo programas de esporte domingo de madrugada na sala aqui de casa, com o meu pai, no escuro só com a luz da televisão. Ou eu queria ta na praia agora, na areia, com um ventinho bem de leve, vendo quantas estrelas eu consigo contar e ouvindo o mar chegando perto. Ou talvez deitada na cama do lado da janela, de um prédio bem alto, imaginando que os humanos do futuro voariam e seriam muito mais inteligentes do que a gente. Ou eu queria estar num foguete, lá no espaço, flutuando e quase encostando nas estrelas, naquela escuridão, sozinha. Acho que ai sim, essa sensação de “algo quase por um fio” que ta dentro de mim, ia parar por um tempo... Ela não iria embora, mas pelo menos por hoje ela podia tirar uma folga.
Acho que eu devia parar de besteira e enfiar a cabeça nos mil textos que eu tenho que ler essa semana, mas eu ainda não aprendi como. Não sei desligar tudo isso, e ficar em off um tempo.
Não sei... Queria, na verdade, é um carinho...
Nada melhor do que um carinho pra se desligar seja lá do que for.
Acabei de assistir “Alice” também, deve ser por isso. Parece que o episódio de hoje desperto em mim alguma coisa que tava quietinha aqui dentro ultimamente, e talvez devesse ter ficado mais uns dias. Eu falei pro Rodrigo, na ultima sessão, que o problema ia ser o domingo, e parece que eu tava adivinhando. E desde pequena eu tenho isso. Chegava domingo à noite, e eu começava a ficar assim, agoniada, assustada, meio perdida e com uma sensação de pressa, de correria, que eu não gosto nem um pouco.
Pra falar a verdade tem um monte de coisas que eu sei que queria fazer agora, mas elas estão tão longe e tão impossíveis, que eu continuo aqui, parada na frente do computador.
Eu queria voltar a ter uns oito anos, e ficar com insônia vendo programas de esporte domingo de madrugada na sala aqui de casa, com o meu pai, no escuro só com a luz da televisão. Ou eu queria ta na praia agora, na areia, com um ventinho bem de leve, vendo quantas estrelas eu consigo contar e ouvindo o mar chegando perto. Ou talvez deitada na cama do lado da janela, de um prédio bem alto, imaginando que os humanos do futuro voariam e seriam muito mais inteligentes do que a gente. Ou eu queria estar num foguete, lá no espaço, flutuando e quase encostando nas estrelas, naquela escuridão, sozinha. Acho que ai sim, essa sensação de “algo quase por um fio” que ta dentro de mim, ia parar por um tempo... Ela não iria embora, mas pelo menos por hoje ela podia tirar uma folga.
Acho que eu devia parar de besteira e enfiar a cabeça nos mil textos que eu tenho que ler essa semana, mas eu ainda não aprendi como. Não sei desligar tudo isso, e ficar em off um tempo.
Não sei... Queria, na verdade, é um carinho...
Nada melhor do que um carinho pra se desligar seja lá do que for.

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