Às vezes eu canso um pouco. Eu canso e desisto um pouco, até que a vontade volte. Essa semana foi um pouco assim. Parecia – e parece ainda – que a vontade de viver e fazer qualquer coisa a respeito disso tinha desaparecido. Não falo daquela vontade de viver do tipo “caso eu não tenha, vou me matar”. Não, bem longe disso. Mas foi uma semana de deixar tudo largado por ai, confuso, aberto, entrecortado. Uma semana que até meu físico tava de saco cheio, acompanhando o psicológico.
A sensação era de que alguma coisa tava me faltando, e que isso estava deixando um buraco no lugar de todas as minhas idéias recentes sobre a minha nova vida. Não adianta a gente se enganar, sabe, dizer pra si mesmo que está completa e cheia de planos. Tem certas coisas que simplesmente são intrínsecas a nós mesmos, e que uma hora ou outra batem forte no peito, reclamando o seu lugar dentro da gente. Eu sei muito bem o que é esse tal de “faltando”, mas até ai saber não ajuda muito na hora de lidar com a falta que faz. Pelo contrario, acho que quanto mais a gente sabe mais a gente precisa daquilo. Ou quer aquilo.
Eu sei que semana que vem esse buraco vai ter sumido, e vai demorar um bom tempo ate que apareça de novo, então eu fico tranqüila, esperando mesmo o tempo que ele quiser pra sumir. Acho que o principal problema são noites como essa, regadas de insônia, um bilhão de pensamentos, e a “falta” tomando conta. Não fico triste, não. Mas também não vou dizer aqui que simplesmente encosto a cabeça no travesseiro e sonho com cavalinhos brancos saltitantes. A palavra não é tristeza. Acho que cabe melhor a desesperança, nessas horas. A sensação de vazio, que acaba por provocar essa solidão dentro da gente. Sim, porque nessas horas, não só parece que estamos sozinhos aqui no mundo, mas que ninguém entende o que se passa dentro de você.
Uma grande besteira tudo isso, que provavelmente vai me fazer rir amanha de manha. Mas a idéia de dividir isso parece menos assustadora do que simplesmente voltar pra minha cama e tentar dormir pela quinta vez. Acho que a sensação que mesmo na solidão, as pessoas se acompanham de certa forma.
A TPM é uma coisa complicada, definitivamente. Ainda bem que passa.
Ainda bem que a noite acaba. Amanha é outro dia.
A sensação era de que alguma coisa tava me faltando, e que isso estava deixando um buraco no lugar de todas as minhas idéias recentes sobre a minha nova vida. Não adianta a gente se enganar, sabe, dizer pra si mesmo que está completa e cheia de planos. Tem certas coisas que simplesmente são intrínsecas a nós mesmos, e que uma hora ou outra batem forte no peito, reclamando o seu lugar dentro da gente. Eu sei muito bem o que é esse tal de “faltando”, mas até ai saber não ajuda muito na hora de lidar com a falta que faz. Pelo contrario, acho que quanto mais a gente sabe mais a gente precisa daquilo. Ou quer aquilo.
Eu sei que semana que vem esse buraco vai ter sumido, e vai demorar um bom tempo ate que apareça de novo, então eu fico tranqüila, esperando mesmo o tempo que ele quiser pra sumir. Acho que o principal problema são noites como essa, regadas de insônia, um bilhão de pensamentos, e a “falta” tomando conta. Não fico triste, não. Mas também não vou dizer aqui que simplesmente encosto a cabeça no travesseiro e sonho com cavalinhos brancos saltitantes. A palavra não é tristeza. Acho que cabe melhor a desesperança, nessas horas. A sensação de vazio, que acaba por provocar essa solidão dentro da gente. Sim, porque nessas horas, não só parece que estamos sozinhos aqui no mundo, mas que ninguém entende o que se passa dentro de você.
Uma grande besteira tudo isso, que provavelmente vai me fazer rir amanha de manha. Mas a idéia de dividir isso parece menos assustadora do que simplesmente voltar pra minha cama e tentar dormir pela quinta vez. Acho que a sensação que mesmo na solidão, as pessoas se acompanham de certa forma.
A TPM é uma coisa complicada, definitivamente. Ainda bem que passa.
Ainda bem que a noite acaba. Amanha é outro dia.

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