“Is three years long enough to forget someone?”
Pra quem assiste Lost a frase tem total sentido. Ela comove, alegra, machuca e desperta uma sensação de inquietação. Pra quem não assiste, bom, está perdendo.
Brincadeiras a parte, eu quis compartilhar ela porque desde que assisti hoje à tarde o episódio oito, não consegui parar de pensar nela, e ficar comovida. Mesmo pra quem não assiste, acho que ela por si só diz muita coisa. No episódio, a resposta de quem se questiona sobre ela, é sim, três anos é mais do que suficiente. Mas no final do capitulo a gente percebe que talvez três anos não sejam o bastante.
Na verdade eu fiquei me questionando. Será que uma vida é suficiente pra esquecer alguém que foi importante pra você? Será que chega o dia em que você nem pensa mais sobre tudo o que aconteceu? Será que vai chegar aquela manhã que você vai acordar e perceber que enterrou todo o passado?
Bom, no meu caso, não preciso nem responder, acho que todo mundo sabe qual vai ser a resposta. Mas a verdadeira questão que me veio não foi essa. No episódio, o que se quer mostrar é que por mais que o passado esteja ali, na sua cabeça durante todos os anos, não impede que o futuro chegue, e o presente seja tão bom quanto o que já passou. Acho que eu fiquei tão comovida porque parece que o diretor entrou na minha cabeça nos últimos tempos e traduziu.
A verdade é que a gente pode passar uma vida inteira amando alguém, ou o que você tinha com esse alguém, mas amando ao mesmo tempo um presente com outra pessoa. Não se trata de amar duas ou mais pessoas ao mesmo tempo de formas iguais, não. São formas diferentes, carinhos diferentes, lembranças e momentos presentes diferentes. Sem os quais, talvez você não estivesse onde está, e não fosse quem você é.
Não sei, talvez tudo isso não faça sentido pra ninguém, mas na minha cabeça – e no meu coração – faz total. O que o episódio me mostrou, e talvez por isso me emocionou, é que as vezes a nossa felicidade ta naquela pessoa ali do lado, que você nem havia reparado, enquanto perdia tempo pensando que precisava sair do passado pra viver o presente. O passado é aqui, agora, em qualquer canto guardadinho no seu coração. O presente é, como a própria palavra já diz, um “presente” que chega com uma força capaz de conquistar o seu próprio espaço dentro desse coração também. E os dois podem sim conviver juntos. Amores diferentes. Carinhos diferentes.
A verdade é que nem uma vida é suficiente para se esquecer certas coisas. E nem deveria ser.
Pra quem assiste Lost a frase tem total sentido. Ela comove, alegra, machuca e desperta uma sensação de inquietação. Pra quem não assiste, bom, está perdendo.
Brincadeiras a parte, eu quis compartilhar ela porque desde que assisti hoje à tarde o episódio oito, não consegui parar de pensar nela, e ficar comovida. Mesmo pra quem não assiste, acho que ela por si só diz muita coisa. No episódio, a resposta de quem se questiona sobre ela, é sim, três anos é mais do que suficiente. Mas no final do capitulo a gente percebe que talvez três anos não sejam o bastante.
Na verdade eu fiquei me questionando. Será que uma vida é suficiente pra esquecer alguém que foi importante pra você? Será que chega o dia em que você nem pensa mais sobre tudo o que aconteceu? Será que vai chegar aquela manhã que você vai acordar e perceber que enterrou todo o passado?
Bom, no meu caso, não preciso nem responder, acho que todo mundo sabe qual vai ser a resposta. Mas a verdadeira questão que me veio não foi essa. No episódio, o que se quer mostrar é que por mais que o passado esteja ali, na sua cabeça durante todos os anos, não impede que o futuro chegue, e o presente seja tão bom quanto o que já passou. Acho que eu fiquei tão comovida porque parece que o diretor entrou na minha cabeça nos últimos tempos e traduziu.
A verdade é que a gente pode passar uma vida inteira amando alguém, ou o que você tinha com esse alguém, mas amando ao mesmo tempo um presente com outra pessoa. Não se trata de amar duas ou mais pessoas ao mesmo tempo de formas iguais, não. São formas diferentes, carinhos diferentes, lembranças e momentos presentes diferentes. Sem os quais, talvez você não estivesse onde está, e não fosse quem você é.
Não sei, talvez tudo isso não faça sentido pra ninguém, mas na minha cabeça – e no meu coração – faz total. O que o episódio me mostrou, e talvez por isso me emocionou, é que as vezes a nossa felicidade ta naquela pessoa ali do lado, que você nem havia reparado, enquanto perdia tempo pensando que precisava sair do passado pra viver o presente. O passado é aqui, agora, em qualquer canto guardadinho no seu coração. O presente é, como a própria palavra já diz, um “presente” que chega com uma força capaz de conquistar o seu próprio espaço dentro desse coração também. E os dois podem sim conviver juntos. Amores diferentes. Carinhos diferentes.
A verdade é que nem uma vida é suficiente para se esquecer certas coisas. E nem deveria ser.
Pra quem quiser assistir, tá aqui.

Nenhum comentário:
Postar um comentário