Às vezes eu acho que sim. Às vezes eu me convenço tanto do “sim” que começo a viajar por horas imaginando e criando a nossa vida de “sim”. Começo pensando no tempo que a gente vai gastar dando risada, lembrando da época que a idéia do “não” assombrava a nossa vida.
A nossa vida de “sim” seria divertida. Teria fluxo, um movimento tão gostoso e tão bonito que iria até fazer inveja por ai. Teria música boa, isso com certeza. Teria risada atrás de risada. Seriam dias de bebedeiras e discussões políticas e filosóficas das mais intensas. Seriam dias de amigos por todos os lados, noites com muita dança e ressacas monstruosas no dia seguinte. Teríamos manhãs de pijama, conversando e rindo no colchão durante uma parte de tempo para ver se o dia começa melhor. Teríamos viagens atrás de viagens, e sempre as mais divertidas do mundo. Viagens pra gente rolar na grama, correr no mar, ficar maluco até dormir no chão da sala de estar ou até roubarem os nossos colchões. Seriam dias de conversas longas durante uma madrugada inesperada. Dias de revelações baseadas em uma confiança tão bonita. Dias de leituras sobre bacanais, drogas, bebedeiras e, claro, a vida.
Eu não me canso de imaginar. Não me canso de criar a nossa vida de “sim”. Não canso de recolher cada pedacinho dessa vida de “talvez” e aumentar, até ele caber na vida de “sim”. Pode não ser verdade, e minha cabeça sabe disso, mas faz um bem pro coração fingir que acredito nessa vida que eu deixo essa historia ir lá longe. Acho que se eu parar vai doer tão forte, que é capaz dele não agüentar. Eu sempre fui muito boa em viver assim, das minhas idéias. Acho que é porque elas são só minhas, então eu as levo pra onde eu quiser.
Eu levo as minhas idéias pra rua, pra cama, pro almoço, pro jantar, pra viajar aonde quer que eu vá e até pro bar. Eu levo a nossa vida de “sim” aonde quer que eu vá. E da forma mais bonita que existe. Daquela maneira leve, que só as pessoas que gostam de verdade entendem. Aquela maneira simples, que não me prende, não sufoca, não machuca. Aquela maneira que me faz um bem, me faz feliz, e só.
A verdade é que seriam os melhores dias dos últimos tempos.
A nossa vida de “sim” seria divertida. Teria fluxo, um movimento tão gostoso e tão bonito que iria até fazer inveja por ai. Teria música boa, isso com certeza. Teria risada atrás de risada. Seriam dias de bebedeiras e discussões políticas e filosóficas das mais intensas. Seriam dias de amigos por todos os lados, noites com muita dança e ressacas monstruosas no dia seguinte. Teríamos manhãs de pijama, conversando e rindo no colchão durante uma parte de tempo para ver se o dia começa melhor. Teríamos viagens atrás de viagens, e sempre as mais divertidas do mundo. Viagens pra gente rolar na grama, correr no mar, ficar maluco até dormir no chão da sala de estar ou até roubarem os nossos colchões. Seriam dias de conversas longas durante uma madrugada inesperada. Dias de revelações baseadas em uma confiança tão bonita. Dias de leituras sobre bacanais, drogas, bebedeiras e, claro, a vida.
Eu não me canso de imaginar. Não me canso de criar a nossa vida de “sim”. Não canso de recolher cada pedacinho dessa vida de “talvez” e aumentar, até ele caber na vida de “sim”. Pode não ser verdade, e minha cabeça sabe disso, mas faz um bem pro coração fingir que acredito nessa vida que eu deixo essa historia ir lá longe. Acho que se eu parar vai doer tão forte, que é capaz dele não agüentar. Eu sempre fui muito boa em viver assim, das minhas idéias. Acho que é porque elas são só minhas, então eu as levo pra onde eu quiser.
Eu levo as minhas idéias pra rua, pra cama, pro almoço, pro jantar, pra viajar aonde quer que eu vá e até pro bar. Eu levo a nossa vida de “sim” aonde quer que eu vá. E da forma mais bonita que existe. Daquela maneira leve, que só as pessoas que gostam de verdade entendem. Aquela maneira simples, que não me prende, não sufoca, não machuca. Aquela maneira que me faz um bem, me faz feliz, e só.
A verdade é que seriam os melhores dias dos últimos tempos.

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